O NeuroRastreio utiliza paradigmas cognitivos clássicos amplamente consolidados na literatura científica internacional para gerar dados objetivos de desempenho (ex.: tempo de reação em milissegundos e padrões de resposta), sem se posicionar como diagnóstico e sem substituir avaliações clínicas formais.
O NeuroRastreio se baseia em tradições experimentais clássicas da psicologia cognitiva e neurociência cognitiva, em linha com práticas acadêmicas de centros de referência (incluindo Universidade de Oxford), traduzidas para um rastreio funcional digital aplicável ao contexto clínico.
Tarefas clássicas são utilizadas como paradigmas para observar padrões de desempenho (ex.: inibição, atenção, atualização de informação e velocidade de processamento) em condições controladas.
O ambiente digital permite medir tempo de reação e padrões de resposta com precisão em milissegundos, reduzindo ruído de cronometração manual e tornando comparações longitudinais mais confiáveis.
O objetivo é produzir baseline e monitorar evolução ao longo do tempo para apoiar decisões clínicas, sem substituir avaliação clínica completa ou instrumentos diagnósticos formais.
Abaixo, os paradigmas clássicos empregados como base do rastreio funcional. Cada um observa um conjunto de processos cognitivos com relevância prática para o acompanhamento.
Observa resistência à interferência e controle inibitório em condições de conflito estímulo-resposta.
Estima atenção seletiva e processamento eficiente diante de estímulos congruentes e incongruentes.
Observa freio de resposta e impulsividade funcional via respostas e omissões em condições controladas.
Explora retenção/manipulação de sequência visuoespacial em tarefas padronizadas de curto prazo.
Observa atualização de informação e monitoramento contínuo em tarefas de repetição e comparação.
Mede rapidez de detecção e reação a estímulos, com foco em precisão temporal e consistência.
A página “Ciência” precisa ser clara sobre o que o NeuroRastreio é e o que ele não é. Aqui está o posicionamento institucional, direto e defensável.
Um instrumento de apoio à decisão profissional, orientado a dados objetivos (ex.: tempos em ms e padrões de resposta), para baseline, triagem funcional e acompanhamento evolutivo.
Uso típico: primeira consulta, início da intervenção, reavaliações, atendimento remoto assistido.
Não substitui avaliação clínica completa, não é bateria psicométrica, não determina hipótese diagnóstica por si só e não deve ser usado como “laudo” ou conclusão final.
Regra de ouro: dados do rastreio orientam investigação e conduta — não “carimbam” diagnóstico.
Fontes públicas e institucionais que representam o “tronco” científico: psicologia cognitiva, paradigmas clássicos e cultura de pesquisa. (Links externos para consulta — não descrevem implementação do NeuroRastreio.)
Solicite uma demonstração e visualize como o NeuroRastreio organiza dados objetivos para apoiar decisões clínicas — com linguagem ética, clara e adequada ao contexto psicopedagógico.